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terça-feira, 9 de agosto de 2016
Curso de colhedora de grãos facilita trabalho no campo

Uma turma de 10 trabalhadores rurais que opera máquinas agrícolas participou, em Candeias, do curso Colhedora Automotriz de Grãos do Senar Minas, com o instrutor Fernando Geraldo de Paula. As aulas práticas e teóricas foram realizadas na Empresa Agropecuária 2N, de propriedade do produtor José Eustáquio Berna.

O treinamento teve como objetivo levar informações sobre segurança no trabalho, maneira correta de corte da lavoura, manutenção diária da máquina, as regulagens corretas para cada grão, limpeza após a utilização e outros. O participante José Eustáquio diz que já notou a mudança no trabalho: “Gostei muito do curso e vi em três colaboradores da fazenda a diferença no processo de colheita”.

Segundo Fernando, a colhedora de grãos é uma máquina que faz o corte e o processamento dos cereais como milho, feijão, soja, aveia e trigo. Ela fecha o ciclo do plantio da lavoura. Ele conta que muitas vezes o produtor rural faz um bom plantio, usa a melhor semente, o melhor adubo e o melhor defensivo e quando chega a hora colher o grão não faz uma regulagem precisa e eficiente, o que ganha no início acaba perdendo no fim. “No curso eles aprendem a fazer as regulagens e a operação da colhedora visando sempre a segurança do trabalho e evitando perdas dos cereais colhidos”, explica o instrutor.

A colheita é a operação mais importante no processo de produção. E a utilização de máquinas, como a colhedora de grãos, requer muita habilidade e ajustes que são repassados durante o curso. A eficiência se baseia na produtividade por hectare; e o índice aceitável de perda é no máximo de 2%, com a máquina bem regulada. Para o instrutor, o curso é muito válido e um dos melhores da mecanização agrícola.

Fernando Geraldo de Paula explica ainda que a maioria dos produtores, principalmente os que não fazem treinamento para qualificação dos operadores, chega a perder de 5 a 10% na colheita. Em uma produção de milho com média de 200 sacas por hectare, por exemplo, a perda chega a ser de 10 a 20 sacas de milho devido à falta de regulagem ou regulagem incorreta. Um produtor que planta 1000 hectares pode perder até 15 mil sacas. A saca hoje custa em média 47 reais; neste valor o prejuízo no total chegaria a 705 mil reais. “É muito dinheiro jogado fora, que pode ser evitado com uma mão de obra especializada e qualificada. Acredito que os participantes tenham gostado do treinamento. A proposta foi concluída com sucesso”.

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