Caracterização da Cafeicultura de Montanha de Minas Gerais - Resultado do Estudo


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É indiscutível o papel histórico que a cafeicultura desempenhou – e ainda desempenha – na economia e no desenvolvimento do Brasil, tanto nas regiões que têm no café sua sustentação econômica, como pela grande contribuição cafeeira aos indicadores de exportação e ao superávit da balança comercial do país e de Minas Gerais.

Nas últimas décadas, porém, devido ao grande dinamismo das transformações da economia e comércio mundiais, esse é um dos segmentos do agronegócio brasileiro que têm enfrentado dificuldades para manter a sustentabilidade econômico-financeira.
Como o Estado detém metade da produção nacional, os problemas do café de Minas ecoam de maneira mais intensa, especialmente nas lavouras que se localizam nas montanhas do Estado, que dependem de mão de obra intensiva, têm custos mais elevados e apresentam maior vulnerabilidade às incertezas do mercado.

Apesar da sensibilidade de produtores, líderes e governantes para os problemas, faltavam informações sobre o produtor e a produção de café nas montanhas mineiras que pudessem mostrar suas principais características e tendências, e fundamentassem as discussões de caminhos para tornar autossustentável a atividade.

Foi com esse objetivo que a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (FAEMG), representada pelo Instituto Antonio Ernesto de Salvo (INAES), buscou a parceria da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior de Minas Gerais (Sectes) e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig), além de renomados pesquisadores, conhecedores da realidade do agronegócio brasileiro, para realizar um estudo que assegurasse maior conhecimento da cafeicultura mineira de montanha.

A amostra da pesquisa com cerca de mil cafeicultores de montanha possibilitou a identificação de problemas, virtudes e tendências da atividade, o que permitiu a conclusão de que muito ainda tem que ser feito nesse segmento do agronegócio.

De caráter estritamente técnico, o estudo apresenta sugestões de linhas estratégicas de ação para discussão dos diversos setores envolvidos e dos interessados no futuro da cafeicultura de montanha, apoiando a elaboração de propostas de projetos e políticas públicas que ajudem a superar os obstáculos e a abrir novos caminhos para o café de Minas Gerais.

Roberto Simões
Presidente do INAES

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